DEVOTOS DE HESTIA

Héstia é a deusa grega do lar, do fogo sagrado, da família, da hospitalidade e da ordem doméstica. Ela é uma das doze divindades olímpicas originais, filha mais velha de Cronos e Reia, e irmã de Zeus, Poseidon, Hades, Deméter e Hera. Héstia representa a estabilidade, a paz e o centro do lar: o fogo da lareira (que nunca se apagava) era seu símbolo vivo, mantido aceso em todas as casas gregas e em templos públicos. Ela era a primeira a ser invocada em sacrifícios e a última a receber libações, simbolizando sua importância fundamental na vida cotidiana e na religião.


Começam com um bonus de 601 PP em Conhecimento Mitológico ou Destreza Corporal.



ATENÇÃO: se forem semideuses que juraram lealdade à deusa, elas podem substituir 1 dessas habilidades passivas de Hestia por uma do parentesco original.


𓐮 CORPO QUENTE

Os devotos de Hestia possuem uma fisiologia naturalmente incendiada pelo fogo divino da deusa. Seu corpo é sempre extremamente quente, nunca sentindo frio mesmo em temperaturas árticas, e também ignorando o calor extremo de desertos ou fornalhas. Essa imunidade total a alterações climáticas (frio, calor, geada, queimaduras ambientais) está sempre presente e forma a base do poder. Nos estágios finais da habilidade, seu corpo se incendeia tornando o devoto em uma espécie de tocha humana.

𝟎 - 𝟑︔ 𓊑 O corpo do seguidor é naturalmente muito quente (cerca de 50–60°C na superfície), aquecendo o ar ao redor e causando desconforto em quem se aproxima demais. Tudo próximo (roupas, objetos leves, madeira seca) esquenta, queima ou derrete lentamente mesmo sem intenção — chamas surgem espontaneamente em materiais inflamáveis a até 1 metro. Durante combates ou emoções fortes, o corpo irradia fogo por partes específicas (mãos, olhos, cabelo), podendo cobrir o corpo inteiro se desejado. A chama causa queimaduras leves em contato direto e serve como fonte de calor ou luz.

𝟒 - 𝟕︔ 𓊑 O corpo atinge temperaturas internas de 80–100°C, com imunidade total a frio e calor extremos (suporta -100°C a +500°C sem dano). O calor externo torna-se controlável: o seguidor pode direcionar o fogo para aquecer aliados, derreter gelo ou forjar metal com as mãos. Durante combates, o fogo pode cobrir o corpo inteiro por vontade, criando uma aura flamejante que queima quem ataca diretamente (dano moderado por contato). Objetos próximos ainda queimam, mas o devoto pode suprimir isso conscientemente. A aura flamejante tem a aparência de chamas pequenas coladas ao corpo.

𝟖 - 𝟏𝟏︔ 𓊑 O corpo atinge temperaturas internas extremas (150–200°C), com imunidade absoluta a qualquer temperatura ou chama mortal. O seguidor pode manifestar fogo sagrado puro em qualquer parte do corpo focando nos punhos, pernas ou qualquer parte necessária. O calor externo é totalmente controlado, pode aquecer um ambiente inteiro sem queimar nada, ou concentrar o fogo para incinerar inimigos específicos. Quando se concentra por um turno, o corpo inteiro entra em chamas, durante 2 turnos. Nesse estado, devido às propriedades do fogo, consegue levantar voo com uma velocidade de até 70 km/h.
𝟏𝟐 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 O corpo atinge temperaturas altíssimas (acima de 300°C), com imunidade completa a qualquer forma de dano térmico ou climático. A combustão do seu corpo agora é instantânea, acontecendo com um só bater de palmas ou estalar de dedos. Essa forma dura no máximo 4 turnos e atinge uma velocidade de até 120 km/h.


𓐮 SENTIMENTALISMO

Hestia nunca precisou erguer a voz para ser ouvida, sua força sempre esteve na capacidade de manter os deuses unidos, de lembrar a todos que ainda existia algo a proteger. Os devotos carregam a mesma presença que aquece o ambiente, acalma ânimos e devolve às pessoas sentimentos simples e honestos, como segurança e pertencimento. Não é um poder que domina ou força emoções, mas que suaviza o que é pesado demais para ser carregado no meio do caos.

𝟎 - 𝟑︔ 𓊑 Inicialmente, basta estar por perto do devoto para que o clima mude. A mente daqueles ao redor se aquieta, como se uma fogueira estivesse assoprando uma brisa quente. Emoções negativas perdem força, ódio e raiva se dissipam, o medo deixa de paralisar e a tristeza recua para um segundo plano, permitindo clareza e tranquilidade por alguns instantes.

𝟒 - 𝟕︔ 𓊑 Ao passar o tempo, um impulso quase instintivo de proteger quem está ao lado surge, mesmo que não haja razão lógica para isso. Aliados passam a ser vistos como algo precioso, digno de cuidado, e até estranhos sentem a necessidade de intervir para evitar que alguém se machuque, como se estivessem defendendo o próprio lar. O resultado é uma equipe focada em se ajudar e trabalhar em união.

𝟖 - 𝟏𝟏︔ 𓊑 Ambientes carregados de tensão se transformam em lugares estranhamente agradáveis. Discussões se dissolvem antes de escalar, insultos parecem fora de lugar e a ideia de lutar simplesmente perde o sentido. A harmonia imposta pela chama de Hestia não é autoritária, mas tão natural que resistir a ela exige esforço consciente. Sem um bom motivo, ninguém discutirá ao seu redor.

𝟏𝟐 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 Por fim, manipulações emocionais externas passam a ter pouco ou nenhum efeito. Ainda assim, essa resistência não é fria nem absoluta, pois quando deseja, o seguidor pode se permitir sentir, compreender e acolher emoções alheias, fiel ao princípio de que a verdadeira força de Hestia está em escolher a paz, não em ser imune a tudo. O devoto se frustra, se entristece, se chateia, mas tem sempre a opção de se acalmar e de agir da forma que a sua deusa preferir.


𓐮 PRIMEIRA E ÚLTIMA OLIMPIANA

Desde os tempos antigos, nenhuma chama foi acesa sem antes lembrar de Héstia. Antes de qualquer pedido aos deuses, antes de qualquer banquete ou juramento, era a lareira que recebia a primeira oferta. Um devoto de Héstia carrega esse peso simbólico mesmo sem perceber. Sua presença desperta um respeito silencioso, como se ignorá-lo fosse o mesmo que virar as costas para o fogo que mantém tudo unido. Não é autoridade imposta nem carisma forçado, mas a sensação incômoda de que certas regras antigas ainda importam quando ele está por perto.

𝟎 - 𝟑︔ 𓊑 No início, esse respeito se manifesta de forma sutil. Pessoas pensam duas vezes antes de interrompê-lo, evitam insultos diretos e tendem a ouvi-lo com mais atenção do que pretendiam. Em rituais, conselhos ou simples discussões, ele costuma receber a palavra sem precisar pedi-la. Ainda assim, o efeito é frágil e pode ser quebrado por emoções fortes ou pura imprudência.

𝟒 - 𝟕︔ 𓊑 Aqueles que honram os deuses sentem desconforto real ao agir contra o devoto, como se estivessem prestes a cometer uma pequena profanação. Decisões importantes raramente são tomadas sem que ele seja ao menos consultado, e conflitos diretos tendem a desacelerar em sua presença. Em contrapartida, essa posição o coloca sob observação constante, sendo cobrado por coerência e postura exemplar.

𝟖 - 𝟏𝟏︔ 𓊑 Em estágios mais avançados, o respeito assume um peso quase institucional. Em reuniões, cerimônias ou negociações, sua presença cria uma expectativa de ordem e civilidade. Quebrar promessas feitas diante dele passa a trazer consequências sociais e simbólicas, e até inimigos sentem dificuldade em atacá-lo sem justificativa clara. Ao mesmo tempo, essa aura o impede de agir de forma impulsiva, qualquer atitude impulsiva soa como uma quebra grave do papel que lhe foi atribuído.

𝟏𝟐 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 Marcado pela sua devoção, onde ele está, ignorar regras antigas, rituais ou acordos parece errado em um nível profundo. Conflitos raramente começam sem que todas as alternativas tenham sido consideradas, e até figuras de poder reconhecem sua autoridade moral, mesmo que relutantes. Ainda assim, esse respeito não é isento de custo, o devoto passa a carregar expectativas que não escolheu, sendo visto menos como indivíduo e mais como símbolo, um preço silencioso por representar aquilo que mantém o mundo unido. Até os deuses hesitam em ignorar ou desrespeitar o devoto, se ele foi escolhido por Héstia, eles não contrariarão os desejos da primeira e última olimpiana.


𓐮 CAVALEIROS DA DEUSA

Héstia pode não ser uma deusa de guerras ou batalhas, mas seu cuidado se estende a tudo que representa lar, abrigo e confiança. Entre seus protegidos estão os equinos, criaturas sensíveis e fiéis, que reconhecem na chama de sua presença um sinal de segurança. Quem caminha sob a bênção de Héstia reflete essa mesma confiança, criando um vínculo natural com cavalos e burros, como se o calor da lareira se estendesse a eles. Para um devoto, essa ligação não é apenas companhia, se trata de um elo que traduz cuidado, paciência e harmonia. Até fiéis de Hestia ficam sozinhos às vezes, porém não precisam ficar.

𝟎 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 Os cavaleiros de Héstia possuem um dom raro de conexão sagrada com seres equinos. Ao se aproximarem de cavalos ou burros, estabelecem uma comunicação empática profunda. Esses animais reconhecem neles a presença da lareira e jamais os veem como estranhos. Ao escolherem uma única montaria para chamar de sua, um vínculo é formado. O cabalo consegue se teletransportar e, independentemente da distância, sempre encontrará um caminho para retornar ao seu cavaleiro quando chamado. Enquanto montado, o semideus recebe maior equilíbrio, resistência e força, tornando-se quase impossível de ser derrubado.



𓐮 PIROCINESE

Em princípio a chama de Hestia nasce para proteger, aquecer e manter os outros de pé. Um devoto da deusa carrega seu fogo em si, como se fosse uma extensão da sua própria respiração. Para começar, não é um poder explosivo ou selvagem, ele responde ao estado emocional, à intenção e à devoção de quem o invoca. Quanto mais firme é a fé e mais claro é o propósito, mais controlado e vivo o fogo se torna.

𝟎 - 𝟑︔ 𓊑 Primeiro, o fogo surge de maneira simples e próxima ao corpo. Pequenas chamas podem ser criadas nas mãos, nos pés ou ao redor do devoto, servindo tanto para iluminar quanto para afastar inimigos. É possível moldar o calor e chamas alheias, tornando-os reconfortante para aliados ou doloroso para quem se aproxima com más intenções. Ainda assim, as chamas são instáveis e exigem concentração constante para não se dissiparem. Esse fogo causa dor e queimaduras leves, com uma intensidade semelhante a uma lareira doméstica, o calor é suficiente para afastar inimigos e criar desconforto, não para os incinerar.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 150

𝟒 - 𝟕︔ 𓊑 Com o tempo, o fogo passa a responder com mais precisão, tomando formas definidas, como arcos de chama, paredes baixas ou símbolos ardentes no chão. O devoto consegue lançá-lo a uma distância de 10m, direcionando ataques ou criando zonas de proteção. Sua intensidade se assemelha a um incêndio controlado, capaz de provocar queimaduras profundas, derreter metal fino e romper defesas mal preparadas. O calor passa a obedecer à vontade, como se para retribuir o cuidado que recebe do devoto.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 250

𝟖 - 𝟏𝟏︔ 𓊑 Em um estágio mais avançado, o fogo já não depende apenas das mãos. É mais denso e violento, chega a 25m, sua intensidade pode carbonizar monstros de nível baixo ou animais comuns de porte médio e atravessa armaduras de metais comuns. O devoto aprende a expeli-lo pela respiração, liberando jatos curtos de chamas pela boca, controlados e intensos, como o sopro de um dragão. As chamas tornam-se mais resistentes a interferências externas e podem envolver o corpo sem causar dano ao usuário, transformando-o em um verdadeiro pilar de calor no campo de batalha.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 450

𝟏𝟐 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 No auge da habilidade, o fogo de Hestia se manifesta de forma completa, indo até onde os olhos do devoto conseguir enxergar. Suas chamas mudam de natureza, assumindo um tom azul intenso. Além de mais quente, é muito concentrado, poucas coisas lhe resistem, só a visão dele já inspira pânico para os seus inimigos e alivio para os seus aliados. O sopro de chamas se torna mais forte e prolongado, capaz de varrer áreas inteiras ou ser concentrado em um ponto específico com precisão assustadora. O devoto manuseia o fogo como se estivesse cuidando de uma grande lareira, expandindo, comprimindo ou guiando as chamas conforme a necessidade. Mesmo assim, o fogo queima apenas o que ameaça, mantendo intacto aquilo que ainda tem salvação.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 750


𓐮 DOMICÍLIO SAGRADO

A lareira de Hestia não representa uma muralha de guerra, mas sim um ponto de descanso estável em meio ao caos. Ao se concentrar por um breve momento, o devoto finca sua fé no chão e acende uma chama invisível que transforma o espaço ao redor em abrigo. Inimigos são repelidos instintivamente, como se o próprio mundo dissesse que ali não é lugar para violência. Dentro desse círculo, o corpo respira melhor, a mente se acalma e o cansaço começa a ceder, mesmo no meio da batalha. Por outro lado, os seus aliados não conseguem atacar os inimigos sem antes sair de perto da lareira.

𝟏 - 𝟒︔ 𓊑 No começo, o escudo formado é frágil, semelhante a vidro grosso. Ele resiste a impactos leves e armas comuns por pouco tempo, podendo rachar sob ataques contínuos. Criaturas são empurradas para fora com força suficiente para derrubá-las ou afastá-las alguns metros antes da barreira se fechar. Dentro da área, arranhões, cortes superficiais e dores recentes começam a desaparecer lentamente, demorando 2 turnos. Assim que alguém cruza o limite da lareira, recupera cerca de 15% da energia que já havia gasto, como um segundo fôlego breve, mas valioso. O raio da área é de 3m e tem capacidade para o devoto e mais 2 pessoas, além de durar 2 turnos.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 150

𝟓 - 𝟖︔ 𓊑 Com mais maestria, a proteção se torna sólida como pedra polida. O escudo aguenta golpes mais pesados, ataques mágicos simples e investidas diretas antes de ceder. A expulsão inicial é mais violenta, jogando inimigos para longe como se fossem empurrados por uma onda de calor invisível. Os ferimentos leves passam a demorar 1 turno para se fechar. Ferimentos moderados, como cortes profundos, hematomas extensos ou ossos trincados, começam a se fechar aos poucos, demorando 3 turnos. A energia restaurada aumenta para 25% do que foi consumido, ainda ocorrendo apenas uma vez ao entrar no recinto, e a área permanece por 3 turnos. O raio de 5m agora protege grupos pequenos que precisam respirar durante uma luta.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 250

𝟗 - 𝟏𝟑︔ 𓊑 Agora a barreira se comporta como aço encantado, suportando ataques repetidos, armas encantadas e explosões diretas sem se romper facilmente. Ferimentos graves passam a ser curados, incluindo fraturas, perfurações sérias e danos internos, embora o processo leve 4 turnos para se completar. Ferimentos leves se regeneram instantaneamente, e ferimentos moderados demoram 2 turnos. A recuperação de energia sobe para 40% da energia já gasta, suficiente para mudar o rumo de um confronto. O raio de 8m pode agrupar uma equipe inteira.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 450

𝟏𝟐 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 Finalmente, o escudo parece simplesmente negar a violência em um raio de 12m. Ele resiste como uma fortaleza viva, absorvendo impactos brutais e repelindo até criaturas de grande porte. A expulsão inicial se assemelha a uma explosão silenciosa, limpando completamente a área antes do fechamento. Ferimentos graves são restaurados em 2 turnos, quase como se a chama estivesse costurando carne e ossos com calor e cuidado ao mesmo tempo. Todo outro tipo de ferimentos, leves e moderados parecem desaparecer imediatamente, dando uma segunda vida aos seus aliados. Ao entrar na lareira, o aliado recupera 50% da energia que havia consumido, uma única vez, sentindo-se renovado, protegido e, acima de tudo, em casa.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 750


𓐮 VISIONARIO

Alguns dizem que o fogo se lembra de tudo o que já aqueceu, para os cavaleiros de héstia, isso não se trata apenas de uma ideia. Sua habilidade nasce da ligação entre a lareira e os objetos que passaram por ela. Ao tocá-los, o devoto sente o calor do passado e as cinzas do que foi esquecido, recebendo visões que não vêm em palavras claras, mas em sensações, imagens quebradas e emoções persistentes. Não é um dom confortável nem fácil de controlar, porém nas mãos certas, essa habilidade transforma o cavaleiro em um leitor da história escondida das coisas, alguém capaz de ler o rastro do mundo deixado nas coisas.

𝟒 - 𝟕︔ 𓊑 Ao tocar um objeto, o Cavaleiro de héstia pode acessar ecos recentes de seu passado: o último portador, o local onde esteve por último e a intenção emocional mais forte associada a ele. As visões são breves, fragmentadas e surgem como lampejos de calor e cinzas, causando leve fadiga mental. Objetos comuns revelam informações com facilidade; quanto mais tempo passou, mais turva a visão.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 150

𝟖 - 𝟏𝟎︔ 𓊑 O Cavaleiro passa a enxergar uma linha contínua do percurso do objeto, desde sua posse atual até momentos muito anteriores. As visões tornam-se mais longas e detalhadas, mas exigem concentração intensa. Objetos antigos provocam exaustão física leve e aquecimento excessivo do corpo, como se estivesse próximo demais de uma fogueira.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 250

𝟏𝟏 - 𝟏𝟒︔ 𓊑 Neste nível, o Cavaleiro acessa a memória profética do fogo original. Ao tocar o objeto, ele pode testemunhar sua criação, o propósito para o qual foi feito e os juramentos ou destinos a ele vinculados. Além do passado, o Cavaleiro pode perceber pontos de convergência futura: momentos em que o objeto voltará a ser crucial no destino de alguém. Essas visões são intensas, quase oraculares, e causam dor física real, tremores e perda temporária de sentidos após o uso.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 450

𝟏𝟓 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 O Cavaleiro torna-se um oráculo da memória material. Ao tocar um objeto, ele pode acessar toda a sua linha de existência, desde o instante em que sua matéria foi moldada até os destinos finais que ainda o aguardam.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 750


𓐮 FUMAÇA DA LAREIRA

O seguidor de Héstia é capaz de dissolver parcialmente o próprio corpo em fumaça quente, semelhante à que se ergue de uma lareira acesa. Nessa forma, seu corpo torna-se intangível a ataques físicos simples, permitindo atravessar grades, frestas e pequenos espaços. A fumaça pode ser manipulada em um raio limitado, formando cortinas densas que obscurecem a visão, abafam sons e transmitem uma sensação de conforto enganoso.

𝟕 - 𝟗︔ 𓊑 O seguidor de Héstia é capaz de dissolver parcialmente o próprio corpo em fumaça quente, semelhante à que se ergue de uma lareira acesa. Nessa forma, seu corpo torna-se intangível a ataques físicos simples, permitindo atravessar grades, frestas e pequenos espaços. A fumaça pode ser manipulada em um raio de 5m, formando cortinas densas que obscurecem a visão, abafam sons e transmitem uma sensação de conforto enganoso.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 150

𝟏𝟎 - 𝟏𝟑︔ 𓊑 Agora capaz de converter totalmente o corpo em fumaça, o seguidor perde quase toda a forma física enquanto mantém consciência e controle absoluto. Nessa forma, ataques físicos atravessam-no sem causar dano direto. A fumaça pode se expandir em area de 10x10m. O usuário pode condensá-la temporariamente em braços, rostos ou silhuetas para intimidar, agarrar ou empurrar inimigos.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 250

𝟏𝟒 - 𝟏𝟔︔ 𓊑 O alcance se estende para 15m, permitindo que o devoto observe, ouça e sinta tudo o que acontece dentro da área coberta. O seguidor pode controlar a densidade da fumaça, transformando-a em diversas armas.
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 450

𝟏𝟕 - 𝟐𝟎︔ 𓊑 O seguidor pode manifestar um corpo físico em qualquer ponto da fumaça, instantaneamente. Enquanto a fumaça existir, ele não pode ser morto, apenas disperso temporariamente. Para seguidores de Héstia, esta forma representa o lar que nunca se apaga, mesmo reduzido a cinzas
𝗚𝗮𝘀𝘁𝗼: 750

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